Eswatini, ser gay não é crime!

O amor é ilegal. Direitos humanos são violados. Tudo porque ser gay ainda é crime em Eswatini.

O "delito" de sodomia criminaliza a homossexualidade em Eswatini, um pequeno país no sul da África. Os suspeitos desse "delito" podem ser presos sem mandado. A lei é usada para negar os direitos humanos e o acesso a serviços relacionados a isso às pessoas LGBT+ de Eswatini.

A criminalização da comunidade LGBT+ alimenta o preconceito, o estigma, a discriminação e as violações constantes de direitos humanos. Em um estudo de 2019 em Eswatini, mais de 30% das pessoas LGBT+ relataram ter sido negadas serviços de saúde, 50% disseram ser sobreviventes de violência sexual e 26% disseram ter tentado tirar sua própria vida.

A mudança só vem quando fazemos pressão. Essa "ofensa criminal" ultrapassada paira sobre sobre as cabeças das pessoas LGBT+, que vivem com medo da prisão.

Assine este abaixo-assinado pra pedir ao governo de Eswatini que revogue o "delito" de sodomia.

Clique aqui para ver o abaixo-assinado original em inglês.

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Para Ministério da Justiça do Reino de Eswatini (Procuradoria Geral):

Pessoas LGBT+ sofrem discriminação de diversas áreas. O setor da saúde, os órgãos judiciários e legisladores, as autoridades policiais, estão todos mal equipados para responder às necessidades de pessoas LGBT+ – e são cúmplices na discriminação.

A discriminação é aumentada pelo "delito" de sodomia.

Honrem o compromisso de Eswatini com a Recomendação 110.13 da Revisão Periódica Universal (UPR) da ONU. A homossexualidade deve ser descriminalizada.


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