FIFA: A regra é clara!

A FIFA desrespeitou as suas próprias regras ao selecionar o Catar como país-sede da Copa do Mundo de 2022. Mas a regra é clara: LGBTfobia, não!

A FIFA se gaba de seu comprometimento com os direitos humanos, com a igualdade e com o combate à discriminação.

Mas o histórico de países-sede da Copa é um 7 a 1 atrás do outro...

2014: a Copa do Mundo foi aqui no Brasil, um país super violento com as pessoas LGBT+.

2018: a Copa foi na Rússia, um lugar ainda mais perigoso que o Brasil pra quem é LGBT+, com leis que proíbem o que chamam de "propaganda" LGBT+ – que nada mais é que uma lei que serve pra fingir que pessoas LGBT+ não existem e pra perseguir quem pensa diferente.

2022: a Copa é no Catar, um país onde é ILEGAL ser gay e a pena é de 3 a 5 anos de prisão e, em alguns casos, pena de morte.

Como a FIFA – uma organização que diz celebrar o orgulho e a diversidade – selecionou um país onde a homossexualidade é ilegal para sediar o seu maior campeonato?

A FIFA precisa seguir as diretrizes que ela mesma estabeleceu e nunca mais selecionar um país que viola tantos direitos humanos pra sediar a Copa do Mundo. E nós precisamos cobrar responsabilidade. Assine agora!

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Para Gianni Infantino, Presidente da FIFA

A Copa do Mundo já foi um símbolo de orgulho, diversidade e respeito. Esses eram valores que uniam equipes de todo o mundo. No entanto, a FIFA de hoje já não cumpre com esses valores.

De acordo com a própria Política de Direitos Humanos da FIFA, “a FIFA está comprometida em respeitar todos os direitos humanos reconhecidos internacionalmente e se esforçará para promover a proteção desses direitos”.

Além disso, desde 2018, ao se tornar signatária (através da sua assinatura) dos Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos, a FIFA se comprometeu a “criar um ambiente livre de discriminação e proibir qualquer tipo de discriminação”, inclusive com base em orientação sexual e expressão de gênero.

Agora, depois que duas Copas do Mundo consecutivas foram organizadas por nações LGBTfóbicas e que violam os direitos humanos, onde está a responsabilidade?

Sendo uma organização global rica e influente, você pode comprar votos, pressionar quem trabalha em governos e silenciar pessoas detratoras, mas o mundo (e fãs de esportes) estão prestando atenção. A FIFA, como principal organização do futebol, corre o risco de perder seu status e prejudicar ainda mais sua reputação.

Mas não é tarde demais. A FIFA e a Copa do Mundo podem mais uma vez ser líderes no tratamento de questões de direitos humanos em todo o mundo. É por isso que exigimos o seguinte:

1.) Que a FIFA reforce seu próprio compromisso de trabalhar com as autoridades do país-sede para garantir que todas as pessoas que comparecerem à sua competição se beneficiem dos mais altos padrões de segurança possíveis;

2.) E que a FIFA adote os Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos ao selecionar as futuras nações anfitriãs da Copa do Mundo da FIFA.

FIFA: o mundo está assistindo. Você vai agir e assumir responsabilidade finalmente incorporando os valores que declara como seus? Você mostrará ao mundo que a FIFA abraça a igualdade e um mundo em que amar não é crime – não apenas este ano, mas sempre?


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